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Júri
 

Júri Oficial de curtas e longas 

EDGARD NAVARRO

Iniciou-se no cinema através do Super8, com a realização de diversos curtas premiados em festivais da categoria. Seus filmes desta fase trazem a marca da irreverência e de um humor iconoclasta, cáustico, provocativo. Em 1987/88, realizou “Superoutro”, média metragem sobre um louco de rua que através de sua imaginação alucinada tenta libertar-se da miséria que o assedia (Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator (Bertrand Duarte) no Festival de Gramado/89. Em 2002/05 realizou “Eu Me Lembro”, seu primeiro longa metragem, premiado no Festival de Brasília com 7 Candangos: Melhor Filme (Júri Oficial e da Crítica); Melhor Roteiro; Melhor Direção; Melhor Atriz (Arly Arnaud); Melhor Atriz Coadjuvante (Valderez Freitas Teixeira) e Melhor Ator Coadjuvante (Fernando Neves). O filme participou de diversos festivais e mostras no Brasil e em outros países. Atualmente o cineasta acaba de finalizar seu segundo longa metragem, “O Homem que não dormia”, selecionado para o Festival de Brasília de 2011.


JOÃO PEDRO RODRIGUES

É cineasta português. Realizou “O Pastor”, o seu primeiro curta-metragem, em 1988. O seu segundo filme, “Parabéns”, foi selecionado para a Competição Oficial – Corto Cortissimo do Festival de Veneza em 1997 e recebeu a Menção Especial do Júri. “O Fantasma” (2000), primeiro longa-metragem, foi apresentado na Competição Oficial de Veneza. “Odete” (2005) foi selecionado para a Quinzena dos Realizadores em Cannes e ganhou o prêmio “Cinémas de Recherche”, somando diversos prêmios em festivais internacionais. Em 2007, com a curta-metragem “China China”, co-realizada com João Rui Guerra da Mata, regressa à Quinzena dos Realizadores em Cannes e ganha o prêmio de Melhor Filme Português no Festival de Curtas do Rio de Janeiro e o Grande Prêmio e Prêmio do Público para melhor curta de ficção em Belfort.

A sua obra mais recente, “Morrer como um homem” (2009), teve estréia na secção Un Certain Regard do Festival de Cannes e ganhou o prêmio Cine del Futuro em Buenos Aires. Atualmente prepara o documentário “A última vez que vi Macau”, em co-autoria com João Rui Guerra da Mata.


IRANDHIR SANTOS

É ator paraibano. Possui larga experiência em cinema e teatro. Formado no curso de Artes Cênicas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ganhou projeção nacional como Quaderna, o contador de histórias, na minissérie “A Pedra do Reino”, provocando declarações do próprio Ariano Suassuna: “Foi a primeira vez que um ator foi tão profundamente no caráter de Quaderna. Já vi que o juízo dele é tão perturbado quanto o meu”, confessou. No cinema a projeção veio com o “besta fera” Maninho, em “Baixio das Bestas”, de Cláudio Assis. O longa lhe rendeu o troféu Candango de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Brasília de 2006.

Participou ainda de outros grandes filmes nacionais como “Cinemas, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes e “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo”, de Marcelo Gomes e Karim Ainouiz. Seus trabalhos mais recentes são “Tropa de Elite 2”, de José Padilha, “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho, e “A Febre do Rato”, de Cláudio Assis.



Júri Oficial Competição de Curtas Baianos

ADOLFO GOMES

Mineiro, 37 anos, jornalista, crítico de cinema e cineclubista. Fundou a Associação “Amigos do Cinema” que, entre 1993 e 2005 em Belém do Pará, realizou diversas retrospectivas e mostras, entre as quais “Robert Bresson – olhos para o impossível”, “Em Torno da Nouvelle Vague” e “Antonioni, Resnais e Fassbinder – Três Cineastas e o Continente”. Atualmente é coordenador do Núcleo de Difusão da Diretoria de Audiovisual, da Fundação Cultural da Bahia; responsável pela organização das três edições do concurso Estadual de Crítica Cinematográfica “Walter da Silveira”. Curador de ciclos como “O cinema de João César Monteiro”, “O Mito de Dom Sebastião no Cinema” e Mostra Eugène Green.


CYNTIA NOGUEIRA

Professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia - UFRB. Mestre em Comunicação, Imagem e Informação pela Universidade Federal Fluminense - UFF. É editora da revista eletrônica CineCachoeira e coordenadora do Projeto de Pesquisa e Extensão Cineclube Mário Gusmão.





MARCELO CAETANO

Nasceu em 1982 na cidade de Belo Horizonte. Estudou Ciências Sociais na Universidade de São Paulo, onde vive desde 2004. Atua em diversas funções audiovisuais: como diretor, realizou o curta "Bailão" (2009), o vídeo "A Tal Guerreira" (2008) e foi assistente de direção de "Filmefobia" (2008) de Kiko Goifman, entre outros projetos para TV. Como roteirista, escreveu a série da TV Cultura "Voilá Brasil" (2010), composta por cinco documentários de jovens diretores. Foi curador-assistente do Festival Latino-Americano de São Paulo de 2007 a 2008, foi diretor de produção do curta "Desafio de Zezão" (2005) de Patricia Cornils e produtor-associado do média "Permanências" (2010) de Ricardo Alves Junior.