Coisa de Cinema

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Uma aventura de mais de 5 anos

O Coisa de Cinema surgiu em setembro de 1995, em Salvador. Lá se vão mais de 5 anos de uma iniciativa despretensiosa, ingênua até. Rapidamente começamos a expandir nossas fronteiras. Chegamos em Brasília pouco mais de um ano depois. Estávamos macomunados com o processo de Renascimento do Cinema Brasileiro. Sentia-se no ar o desejo do público por um olhar mais reflexivo sobre o cinema que se fazia em nosso país, além do que mais de interessante rolava pelo mundo. Passamos a circular em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Estabelecemos marca impressionante de 60.000 exemplares, em edições com 32 páginas. Para quem nasceu sem saber se o nº 2 seria produzido...

Porém, sofremos demasiadamente com a virada do câmbio em janeiro de 99. Preços cresceram e nossos anunciantes tradicionais tornaram-se cada vez mais cautelosos.

Redimensionamos nosso projeto, sem jamais pensar em abandoná-lo. Perdemos os sítios do sul: São Paulo, Rio e Porto Alegre deixaram de contar com nossas linhas. Por outro lado, nos sentimos cada vez mais livres para desenhar o jornal que de fato buscávamos desde o início. Tornamo-nos mais agressivos, conferindo espaço realmente para o que interessa e com um olhar cada vez mais crítico.

Já ultrapassamos a casa dos 50 números e agora estamos na internet. Para quem nos conhece, obrigado pela companhia. Para quem está travando contato pela primeira vez com o Coisa de Cinema, seja bem-vindo!

Um grande Abraço,

Cláudio Marques e Ana Paula Vargas

Algumas impressões de fora

"Poucas vezes me senti tão bem representado numa entrevista (...) E a matéria sobre Terra (Terra Estrangeira) possui densidade e clareza, algo raro, levando-se em conta a imprensa generalista que está aí."
Walter Salles, diretor de Terra Estrangeira e Central do Brasil, vencedor do Festival de Berlim e do Globo de Ouro

"Um jornal excepcional. Vocês vão crescer e vão chegar ao Rio de Janeiro. E eu vou ajudar no que puder."
Murilo Salles, diretor de Como Nascem os Anjos

"O Coisa de Cinema não possui vínculos ou vícios intelectuais. Me sinto honrado por constar numa publicação de tamanha qualidade."
José Araripe Jr., diretor de Mr. Abrakadabra, curta vencedor do Festival de Cinema de Brasília de 1997

"O texto do Coisa de Cinema é muito bom, uma coisa difícil de se encontrar em um jornal, principalmente quando são jovens que estão a frente. O mais interessante é que não há a intenção de denegrir ninguém. Há um equilíbrio e senso nato nas críticas."
José Wilker, ator, produtor e escritor

"Este é o melhor jornal especializado em cinema do país. Na verdade, não existe nada semelhante."
Mariza Leão, produtora de Guerra de Canudos, de Sérgio Rezende