Competição Longas e Curtas
Competitiva Nacional I
Dia 19/08 às 20h (Sala 2)
Dia 20/08 às 13h (Sala 2)
Ela morava na frente do cinema, de Leonardo Lacca. PE, 30’, cor, 35mm, 2011.
Uma Primavera, de Gabriela Amaral. SP, 15’, cor, 35mm, 2011.
Trabalhar Cansa, de Juliana Rojas e Marco Dutra. SP, 99’, cor, 35mm, 2011. Exibição fora de competição.
Conversa com os diretores após a sessão.
Competitiva Nacional II
Dia 20/08 às 18h15 (Sala 2)
Dia 21/08 às 14h (Sala 2)
Mens Sana In Corpore Sano, de Juliano Dornelles. PE, 21’, cor, 35mm, 2011.
Permanências, de Ricardo Alves Júnior. MG, 34’, cor, digital, 2011.
O Céu Sobre Os Ombros, de Sérgio Borges. MG, 71’, cor, 35mm, 2010.
Conversa com os diretores após a sessão
Competitiva Nacional III
Dia 20/08 às 21h (Sala 2)
Dia 22/08 às 16h35 (Sala 2)
Canoa Quebrada, de Guile Martins. SP, 13’, cor, digital, 2010.
Oma, de Michael Wahrmann. SP, 22’, p&b, digital, 2010.
Laura, de Fellipe Gamarosa. SP, 52’, cor, digital, 2010.
Conversa com os diretores após a sessão.
Competitiva Nacional IV
Dia 21/08 às 18h (Sala 4)
Dia 23/08 às 16h (Sala 2)
Cellphone, de Daniel Lisboa. BA, 15’, cor, digital, 2011.
Adormecidos, de Clarissa Campolina. MG, 6’, cor, digital, 2011.
Avenida Brasília Formosa, de Gabriel Mascaro. PE, 84’, cor, digital, 2010.
Conversa com os diretores após a sessão.
Competitiva Nacional V
Dia 21/08 às 20h30 (Sala 4)
Dia 22/08 às 14h (Sala 2)
O Menino Que Colhia Cascas, de Joacélio Batista. MG, 13’, cor, digital, 2010.
A Amiga Americana, de Ivo Lopes e Ricardo Pretti. CE, 19’, cor, digital, 2009.
A Alegria, de Felipe Bragança e Marina Meliande. RJ, 106’, cor, 35mm, 2010.
Conversa com os diretores após a sessão.
Competitiva Nacional VI
Dia 22/08 às 20h30 (Sala 2)
Dia 23/08 às 13h30 (Sala 2)
Número Zero, de Claudia Nunes. GO, 22’, p&b, digital, 2010.
Raz, de André Lavaquial. RJ, 19’, cor, 35mm, 2010.
Trampolim Do Forte, de João Rodrigo Mattos. BA, 90’, cor, digital, 2010.
Conversa com os diretores após a sessão.
Competitiva Nacional VII
Dia 23/08 às 20h15 (Sala 2)
Dia 24/08 às 13h30 (Sala 2)
Lindeiras, de Bruno Saphira. BA, 21’, cor, 35mm, 2011.
Náufragos, de Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha. SP, 15’, cor, 35mm, 2010.
Transeunte, de Eryk Rocha. RJ, 125’, p&b, 35mm, 2011.
Conversa com os diretores após a sessão.
Competitiva Nacional VIII
Dia 24/08 às 18h30 (Sala 3)
Dia 25/08 às 13h30 (Sala 2)
Praça Walt Disney, de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira. PE, 21’, cor, 35mm, 2010.
A Dama Do Peixoto, de Douglas Soares e Allan Ribeiro. RJ, 11’, cor, 35mm, 2011.
Vigias, de Marcelo Lordello. PE, 70’, cor, 35mm, 2010.
Conversa com os diretores após a sessão.
A ALEGRIA
Felipe Bragança e Marina Meliande – RJ – 100’, cor, 35mm, 2010
A ALEGRIA é uma fábula sobre juventude e coragem. Conta a história de Luiza, menina de 16 anos, que não agüenta mais ouvir falar no fim do mundo... Em uma noite de Natal, seu primo João é baleado misteriosamente em uma rua na Baixada Fluminense e desaparece no meio da madrugada. Semanas depois, enquanto Luiza passa dias sozinha no apartamento onde vive com sua mãe no Rio de Janeiro, um misterioso visitante vem bater à sua porta: João, como um fantasma, pedindo para se esconder ali.
AVENIDA BRASÍLIA FORMOSA
Gabriel Mascaro – PE – 84’, cor, digital, 2010
Fábio é garçom e cinegrafista. No seu acervo, momentos e raras imagens do
bairro de Brasília Teimosa. Fábio é contratado pela manicure Débora para fazer
um videobook e tentar uma vaga no Big Brother. Também filma o aniversário de 5 anos de Cauan, fã do Homem Aranha. Já o pescador Pirambu é ex-morador das antigas palafitas do bairro, que deram lugar à construção da Avenida Brasília Formosa. O filme constrói um rico painel sensorial sobre a arquitetura e faz da Avenida uma via de encontros e desejos.
LAURA
Fellipe Gamarano Barbosa – SP – 52’, cor, digital, 2010
O mistério de uma imigrante brasileira em Nova York que vive uma vida glamorosa, driblando a pobreza através de seu carisma.
O CÉU SOBRE OS OMBROS
Sérgio Borges – MG – 71’, cor, 35mm, 2010
O Céu Sobre Os Ombros conta a história de três pessoas anônimas, comuns. São histórias inventadas por elas, pela vida, por um filme sobre pessoas que vivem num contexto entre a simplicidade, o exótico e a marginalidade. O filme nos revela o quanto somos todos tão humanos e quão são semelhantes nossos medos e desejos.
TRAMPOLIM DO FORTE
João Rodrigo Mattos – BA – 90’, cor, 35mm, 2010
O Trampolim do Forte é o mágico local onde através dos saltos, Déo e Felizardo buscam a força necessária para enfrentar a sua dura realidade.
TRANSEUNTE
Eryk Rocha – RJ – 125’, p&b, 35mm, 2011
Transeunte narra a história de Expedito, um aposentado de 65 anos que transita pelas ruas do Rio de Janeiro. Sua realidade se assemelha a de muitos brasileiros que passam despercebidos pelo ritmo acelerado da metrópole. Ele é apenas mais um que transita por esse deserto urbano.
VIGIAS
Marcelo Lordello – PE – 70’, cor, 35mm, 2010
Enquanto dormimos, outros vigiam. Homens que velam o sono da cidade e seus medos. Fornecendo etéreas sensações de segurança. Intermediando a noite, revelando seus hábitos e suas observações.
CURTAS
A AMIGA AMERICANA
Ivo Lopes e Ricardo Pretti – CE - 19’, cor, digital, 2009
Paris conhece Thais.
A DAMA DO PEIXOTO
Douglas Soares e Allan Ribeiro – RJ – 11’, cor, 35mm, 2011
Ela está aqui, ela está ali, e os invisíveis são os outros.
ADORMECIDOS
Clarissa Campolina – MG – 6’, cor, digital, 2011
Por toda a parte, quando anoitece, luzes e cartazes publicitários tornam-se os únicos seres com vida entre as ruas inertes. Seres que nunca se encontram, desconhecidos quase exatamente iguais.
CANOA QUEBRADA
Guile Martins – SP – 13’, cor, digital, 2010
Entre o apertado quarto de hotel e a igreja evangélica, uma visita surpresa feita a um parente desconhecido: o próprio pai.
CELLPHONE
Daniel Lisboa – BA – 15’, cor, digital, 2011
Celulares aos milhares, aos milhões. Aparelhos, linhas, operadoras, números, usuários. Nem a cidade nem o homem são capazes de viver sem suas próteses comunicacionais. Cellphone é uma intervenção no universo das ondas telefônicas invisíveis. Adentrando essas frequências, aproveitando sua vulnerabilidade, criamos outros sentidos, outras narrativas, um lugar ficcional, performático, inserido na comunicação cotidiana.
ELA MORAVA EM FRENTE AO CINEMA
Leonardo Lacca – PE – 30’, cor, digital, 2011
Pessoas mudam e se mudam.
LINDEIRAS
Bruno Saphira – BA – 21’, cor, 35mm, 2011
Um rail movie sertanejo. Uma viagem por trilhos enferrujados que trazem inscritos a memória e o esquecimento das cidades lindeiras.
MENS SANA IN CORPORE SANO
Juliano Dornelles – PE – 21’, cor, 35mm, 2011
Garra, disciplina, tenacidade, força física e obediência: Esses são os segredos guardados para que tenhamos uma vida mais plena e saudável. O seu corpo agradece
NÁUFRAGOS
Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha – SP – 15’, cor, 35mm, 2010
Odete tenta adivinhar onde o marido teria se escondido. Mas não há esconderijo possível.
NÚMERO ZERO
Claudia Nunes – GO – 22’, p&b, digital, 2010
A ONU estima a população mundial de meninos de rua em 150 milhões. Destes, cerca de 40% são sem teto, porcentagem sem precedentes na história da civilização. Na América Latina, eles são 40 milhões. No Brasil, meninos e meninas de rua goianos encantaram-se tanto por uma câmera que apropriaram-se dela para contar suas estórias.
O MENINO QUE COLHIA CASCAS
Joacélio Batista – MG – 13’, cor, digital, 2010
A beira do rio o menino colhe cascas vazias ante a incerteza da quase tarde, quase noite.
OMA
Michael Wahrmann – SP – 22’, p&b, digital, 2010
Ela fala alemão. Eu não falo alemão. Ela não escuta. Eu não entendo.
PERMANÊNCIAS
Ricardo Alves Júnior – MG – 34’, cor, digital, 2011
Do lado de dentro o ar é mais denso.
PRAÇA WALT DISNEY
Renata Pinheiro e Sergio Oliveira – PE – 21’, cor, 35mm, 2010
Boa Viagem, Recife PE, 51111-260, Brasil.
RAZ
André Lavaquial - RJ – 19’, cor, 35mm, 2010
Enquanto o mundo à sua volta se movimenta, Raz, um menino que canta rap nos vagões do metrô, tenta trilhar o seu próprio caminho pelas ruas da cidade.
lavaquial@labaredafilmes.com.br
UMA PRIMAVERA
Gabriela Almeida – SP – 15’, cor, 35mm, 2011
No aniversário de 13 anos de Lara, sua mãe a leva para um piquenique no parque. Tudo vai bem, até a menina desaparecer.